O que é inteligência emocional e a importância no mercado de trabalho

Soft Skills

O que é inteligência emocional e a importância no mercado de trabalho

João Jovanaci
Escrito por João Jovanaci em março 2, 2020
6 min de leitura

Administrar as próprias emoções nem sempre é uma tarefa fácil, né? Afinal, existem diversos fatores influenciando cada aspecto da sua vida, seja no âmbito pessoal ou profissional. Além de entender o que é inteligência emocional e o reflexo dela na nossa vida, também é preciso perceber emoções de outros e buscar o equilíbrio para criar uma existência mais saudável.

Você reparou que eu terminei o parágrafo acima apontando a possibilidade de criar uma vivência positiva? Isso porque assim como outras competências, também é possível desenvolver inteligência emocional!

Então continue a leitura e veja como é possível agir de forma consciente em situações que exigem mais do lado emocional 😊

OS 12 ELEMENTOS DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Existe um grande nome da Universidade de Harvard conhecido como um dos gurus da inteligência emocional: Daniel Goleman. Foi responsável pela popularização do conceito lá em 1995, ao escrever e lançar o livro “Inteligência Emocional”

O best-seller tornou mais acessível o tema, permitindo que as pessoas pudessem conhecer e estudar mais sobre administrar os próprios sentimentos.

Um dos pontos de destaque da obra é a apresentação da empatia e negociação como fatores que correspondem diretamente a IE.

E para que seja possível se capacitar emocionalmente, Goleman apontou uma estrutura que compete os principais domínios de uma inteligência emocional realmente eficaz. Dá uma olhada:  

Os itens acima ajudarão você a interpretar as suas emoções em diferentes cenários, tanto com relação a vida pessoal como do seu período profissional.

POTENCIALIZANDO O CONTROLE DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Olha só, aqui vamos levantar um ponto muito importante que você PRECISA entender se quer desenvolver a inteligência emocional: o desfecho te fará enfrentar situações positivas e negativas.

Mas não se assuste, isso não significa que você terá mais problemas, não é isso. Acontece que a partir do momento em que você conquista a independência emocional, você passará a lidar com maior consciência com situações desagradáveis, como por exemplo:

  • Dar feedbacks negativos
  • Propor mudanças que desagradem alguém
  • Assumir projetos de grande responsabilidade com expectativa de resultado
  • Tomar decisões que impactam a rotina de outras pessoas
  • Administrar situações pessoais no ambiente de trabalho

Por outro lado, há aquelas conquistas da inteligência emocional que fazem com que você se torne uma verdadeira referência no ambiente em que está envolvido, passando a ser reconhecido por:

  • Ser gentil, respeitoso(a) e sensível com problemas alheios
  • Se tornar um solucionador de problemas
  • Enxergar contratempos como oportunidades
  • Tornar-se uma fonte de tranquilidade para colegas
  • Ser comprometido com todos os projetos que trabalha, independente de gostar ou não

Percebe a diferença? Enquanto em um cenário você fortalece um lado capaz de enfrentar situações de risco que te preparam para ser um líder mais eficaz e mais forte, por outro você colhe os frutos da sensibilidade e sociabilidade.

Com isso, você evolui em todos os aspectos.

Se você quiser saber um pouquinho mais sobre o lado ruim da inteligência emocional, pode dar uma olhada nesse artigo de Tomás Chamorro-Premuzic e Adam Yearsley.

PELO QUÊ VOCÊ TRABALHA?

O seu momento profissional pode ser um dos grandes aliados ou um dos grandes vilões na progressão das suas habilidades sociais. Durante a sua trajetória profissional pode ser que você vivencie o que é chamado de 3Ss de carreira.  

SOBREVIVÊNCIA: o quanto você trabalha para poder pagar as contas e arcar com as responsabilidades.
SUCESSO: diz respeito à conquista de espaço, luta por posições, êxito em novos cargos .
SIGNIFICADO: o significado que o trabalho tem na sua vida e para a sociedade como um todo.

Resumindo: você trabalha pelo quê?

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DESENVOLVA SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PARA SE MANTER NO JOGO

Quer mais um motivo para trabalhar suas competências afetivas? A inteligência emocional faz parte das 10 soft skills mais relevantes para o futuro do mercado de trabalho. É o que diz o estudo divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, na edição de 2020.

Além disso, agir com inteligência emocional pode aumentar suas chances de crescimento profissional em até 40% (Harvard Business Review, 2018).

ENFRENTE O MEDO

Você pode estar pensando que a inteligência emocional é um desafio muito grande, que você não tem qualquer chance de se desenvolver socialmente e sensivelmente com algumas situações. Tudo bem, é normal ter medo! Medo do ridículo e da rejeição são os principais fatores que nos impedem de conquistar a independência emocional.

Sabendo disso, o chinês Jia Jiang se aventurou ousadamente em um território que muitos de nós temem: rejeição. ​

Ao procurar a rejeição por 100 dias – desde pedir a um estranho que empreste US$ 100, até solicitar um “refil de hambúrguer” em um restaurante – Jiang se dessensibilizou com a dor e a vergonha que a rejeição costuma trazer e, no processo, descobriu que simplesmente pedir o que você deseja pode abrir possibilidades onde você espera encontrar becos sem saída.

Você pode conferir o desfecho dessa história assistindo ao vídeo abaixo:

Viu só? São muitas as possibilidades para quem deseja construir um estilo de vida mais leve, saudável e com traços de personalidade que são capazes de manter o autocontrole.

Curtiu o conteúdo? Aproveita para deixar o seu comentário ou dúvida sobre inteligência emocional! Continue acompanhando o blog da slash para mais dicas e curiosidades sobre soft skills.  ​

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3 Replies to “O que é inteligência emocional e a importância no mercado de trabalho”

Luis

bastante rico! Cada tópico explora possibilidades de mais conteúdo;

João Jovanaci

Oi, Luis. Ficamos felizes que você tenha aproveitado o conteúdo! Realmente o campo da inteligência emocional é rico em reflexões e novas descobertas.

Francielli

Muito bom! Acredito que a maioria tem mais medo da rejeição dos líderes e dos colegas, principalmente quando se almeja um lugar de liderança.